Odontologia digital: entenda por que o futuro é agora!

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Odontologia digital: o futuro é agora

Muito se fala no futuro da Odontologia, afinal, a cada dia surgem novas soluções e tecnologias para facilitar a vida de dentistas, pacientes e outros profissionais da área; mas muitas vezes nos esquecemos que o futuro já chegou, e que já estamos vivenciando essa evolução de maneira intuitiva. Vivemos na era digital, e nada mais natural do que nos aproveitarmos disso para simplificar a rotina de trabalho e alcançar melhores resultados.

A Odontologia Digital é, sem dúvida, uma tendência que chegou para ficar. A tecnologia tem invadido laboratórios e consultórios odontológicos, e hoje, as soluções mais modernas já podem ser utilizadas no tratamento odontológico dos pacientes, seja qual for o seu caso clínico. Os sistemas digitais não apenas facilitam o trabalho de dentistas e protéticos, mas também têm o objetivo de eliminar o desconforto dos pacientes com os métodos convencionais, assim como as diversas visitas ao consultório durante o tratamento, entre outras vantagens que você conhecerá a seguir.

Quando falamos em Odontologia Digital, é quase impossível não destacar a importância do sistema CEREC CAD/CAM nessa nova realidade. Com ele, o prognóstico ficou mais preciso, as decisões clínicas sobre quais dentes devem ser restaurados ou substituídos ficaram mais seguras e a tranquilidade em determinar o nível de durabilidade funcional e estética de um tratamento também é muito maior. Em resumo: a reabilitação bucal ganhou novas perspectivas.

É preciso ter em mente que trabalhar com Odontologia Digital é atuar em dois mundos distintos: o mundo real (físico) e o mundo virtual (digital). Os pacientes, que pertencem ao mundo real, precisam ser “digitalizados” para que o tratamento tenha início. Esse é o primeiro passo de um processo que pode ser dividido em 3 etapas:

  1. Etapa 1 – Processo de captura das informações: câmeras de foto e vídeo, escâneres intraorais 3D ou de bancada e tomografias computadorizadas são as ferramentas utilizadas para trazer o paciente para “dentro” dos softwares interdisciplinares, ou seja, o dentista faz uma moldagem virtual do paciente.
  2. Etapa 2 – Processo de planejamento em software: após a captura das informações, é momento de projetar/desenhar os aparatos necessários para o tratamento. E não há nada que hoje não possa ser projetado por um software, desde restaurações, lâminas e coroas, até guias cirúrgicos e alinhadores ortodônticos. Já existem softwares específicos para todas as necessidades.
  3. Etapa 3 – Processo de fresagem ou impressão 3D: a partir do momento que temos todos os elementos projetados pelo software, é preciso retornar ao mundo físico e transformar o projeto digital em um produto real, o que pode ser feito através de duas tecnologias diferentes. A fresagem é uma forma subtrativa em que o profissional escolhe um bloco maciço de material (ex.: cerâmica, resina, zircônia etc.) que será colocado na fresadora e reduzido até que reste só o elemento projetado. A impressão 3D é uma forma aditiva, em que o produto é criado sobre um modelo de polímero.

 

Para se ter uma ideia, o CEREC AC Omnicam e a Fresadora CEREC MC XL, da Dentsply Sirona, geram restaurações totalmente anatômicas em um único dente para inlays, onlays, coroas ou facetas, com precisão clínica e em cerca de 11 minutos; as imagens 3D são precisas e em cor natural, o escaneamento é simplificado, além da captura sem pó e automática.

Definitivamente, a Odontologia Digital é um verdadeiro avanço para qualquer consultório. Os equipamentos também estão cada vez menores, portáteis e mais acessíveis, o que significa que, em um futuro próximo, mais pessoas poderão contar com esse tipo de tecnologia.

Além disso, os sistemas podem ser fechados, comunicando-se apenas com máquinas específicas, ou abertos, podendo ser utilizados com diferentes máquinas. Alguns softwares também permitem a colaboração remota entre os profissionais envolvidos e podem transmitir informações de uma máquina para outra, como é o caso do Sirona Connect, que possibilita enviar impressões digitais diretamente do consultório para um laboratório dental, com rapidez e praticidade.

Também não é preciso ser especialista em computação para criar projetos; a operação intuitiva e os processos transparentes de sistemas como o CEREC facilitam isso. Por outro lado, é importante ressaltar que para lidar com esse tipo de tecnologia é preciso investir tempo e energia em treinamentos que facilitarão o uso do equipamento escolhido.

De fato, a tecnologia está a serviço da Odontologia, e os profissionais que souberem “abraçar” o mundo digital, investindo em equipamentos inovadores, atualização e capacitação, sairão na frente em relação à concorrência.

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